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segunda-feira, 27 de abril de 2009

Estrelas de Maio IV

Ser eu mesmo, sem querer basear-se em alguém. Posso até ter cansado tão brevemente, mas sinto um pulsar dentro de mim, que pede espaço. Como se fosse saltar de meu peito.
Talvez seja a inação, que criou algo, que como um infeliz animal selvagem em uma gaiola, não pode ficar ali muito tempo.
Escrevo o que me vem à cabeça
A luz pisca e repenso em ler a ela
Se não se é aceito o igual, quem dirá o diferente?
Ahhh Espécies... Seres Humanos, Seres Animais
Dialogo inspirador

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Estrelas de Maio III

A Estrelas de Maio III

Se me fosse possível, eu escreveria 68 estrelas, 68 brilhos diferentes, que chegam aqui mortificados, isolados pela imensidão escura que para mim é o universo.
Voluntariado enquanto presença, procuro me encontrar em meio a mim mesmo e sinto vontade de abraçar um amigo.
Procuro me concentrar, mas ao menor distúrbio não espairecer.
Uma cosquinha
Um alivio
Penso que a percepção é diferente, e nem por isso sou normal, ou não sou louco.
Um esquizofrénico só vê a sua realidade, cada qual com a sua caverna, dentro da sua Matrix.
Quero conversar, quero ao fim, descobrir que havia vivido.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Estrelas de Maio II

Mas o mesmo, o toque do calor, como a brisa morna de uma tarde ensolarada, ou o alentador vento noturno em face umidecida.
Latidos ao longe, em uma soturna caminhada, onde a luz vem do céu, da deusa noturna. As mãos sentem somente ao vento.
Não ouço nada agora, a música talvez me leve a léguas daqui, onde eu não consiga escrever.
E me pergunto, por que algo que pareçe tão irracional, ou primitivo ou até mesmo ultrapassado inspire tanto, a vontade do querer.
O desabafo.
Aura tórpida, envolta em medo? Por brincar e não falar, o que me resta ouvir é galante.
A inabilidade volta ao córtex. Me cansei, o que mais quero agora é ouvir, ver o tempo passar e amanhã a confiança.

Talvez recuperar.

terça-feira, 24 de março de 2009

O fim, dia após dia

Anos após anos
Convocados a participar
Evitados enquanto temos algo para dizer
Assim funciona em perfeita harmonia
Autoridade, cidadania e governo
Fraude populista
Mas quem sou pra falar algo?
Somente um peão, uma peça armada o requiem de uma mente

Em seus ternos de trabalho
Trazendo progresso e avanço
A economia pomposa
O Sufrágio pelo crescimento?
Mas quem sou pra falar algo
Aquele ali convocado

Sou uma parte da sociedade com seus germes
Pedaço séptico, levantando-se (?) em 19 recentes pontos
Agarre me acima, caminhamos em uma linha tenue sem volta?
Mas se nada me segurar, espero que eu continue
Em novos seres, em eternidade terrena
Sem predição espiritual
Mas quem sou eu pra falar algo?

sexta-feira, 13 de março de 2009

E vai começar tudo novamente...

Ao que me parece, creio que agora as perguntas virão com mais intensidade, tantas entradas que se encontram na mesma saída. Apenas expandindo a sóbria mente para o tonteante estado de dúvida novamente.
Farpa que nunca ira sair de onde está, que se contrai e dilata e parece que nunca mais sairei deste sono...
Faculdade que me "mata"

Dá próxima posto um texto pronto e não algo tão momentâneo.

domingo, 1 de março de 2009

A grande desilusão

Penso se tudo vale a pena
Gesso e lama se modelados tornam-se algo belo
Reescreva a moral e o contrato
Diga uma nova religão
Já não sei em que e se posso acreditar

Quando gelar-me ao solo
O que fiz, o que disse
Vai ainda valer algo?
Morremos e jogam o passado em nossas costas
Morrer pra conheçer um além ou ter uma vaga certeza
E de tão certa, talvez amedrontadora
Mente tão limitada...

Sendo exemplo do genótipo!?
A máxima evolutiva!?
Alguma piada cientifica!?
O que vejo possa ser regressão
A falta de ação, é nossa doença e nossa destruição
E não importa quem você é, todos sabemos,
no fim
Somos todos iguais

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Meus textos

Até que gosto de escrever, mas dou preferência por textos em inglês, entretanto algumas vezes surge algo no bom e velho português e no dia que eu souber compor, farei musicas desses textos, cantarei para que alguns ouvintes atentos outros voltados a pensamentos.
Quero ainda ser ouvido, não só lido, sentir-se vivo, e não minto, ser reconhecido, mas acima de tudo ouvido.
Eu como você, como o professor, como o jornalista, como o mais podre dos podres políticos, quero ser ouvido, tenho algo a dizer quero erguer sempre a mão e acrescentar, ergue-la ao alto, não ao ceú, tantos já passam por lá, e já foram para fora dele mas ergue-la para o além, para longe, para a mais mental e talvez livre concepção e por que não dizer, até ali livre pensamento?
Mas não é isso que gostaria de apresentar a vocês, e sim um dos meus escritos, mas extendi demais esse post e não quero mata-los de tédio.

Fica para uma próxima...