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sexta-feira, 14 de novembro de 2008

O meu medo.

Não faço ou não sei fazer poesias.Não sei se divago, ou se sou mais um clichê.
Ou quem sabe uma pilha de tijolos.E meu maior medo aqui,é o de não ter o que escrever.

3 comentários:

Déda disse...

Anjo da Matrix e Anjo das Costas Nuas em:
Operação (Des)Construtora (Im)Permanente

Protocolos: Cronogramas: Objetivos:
se possível, o impossível

ok beleza

acho que dá pra fazer até amanhã,
nao sei,
ver um dia que todos estejam presentes
(não) é possível?
é? não é?

viu?
tem que ser ontem, agora é já
para tratorar stalinistamente
os anjos enrolados,
os demônios despachados.
Botar pra funcionar
descabeçar
as cabeças de Mulas-Sem-Cabeças,
(Des)Cabeçados Cabeças!

Se eles não quiserem vir,
venha vc do mesmo jeito,
entendeu?

Sempre têm na Matrix
os que são mais sociáveis.
Os muito do isolamento.
Os nem tanto lá nem cá.
Todos das Reviravoltas aparecem,
às vezes,
com umas coisas prontas para dar andamento...

Mas a gente precisa conviver!...

Nesse Mundo da Matrix do Bem e do Mal
É preciso umas pessoas como nós
que (des)organizam rotina e/ou barraco,
percebe?

Temos que pilhar
dar linha nessa nossa/sua juventude
transdesviada,
quase roubada,
que é muito da dispersão...
Esse é um grande defeito da pós-modernidade do bem e do mal!
Isso me/te atinge ?!
precisamos resolver.
para entrar na pós-banalidade do bem
e do mal também!
ahhahahahha

aehueiuaeauaeueuaueeau
nem tem o que falar
MSN devagar!
que droga aeuhauaehauae
mas vou sim, pode deixar....

Acho tudo estranho...
é meio estranho decidir as coisas de um grupo,
sem o grupo todo.
mas tudo é só
mais uma concepção mesmo!
Vou terminar de ler mais um (con)texto
se eu não dormir antes...

Escute,
num grupo têm pessoas
anjos que lideram,
organizam.
E outros que fazem outras coisas
igualmente importantes...

Vc ficou tempo demais aí
rodando no básico
um MS-DOS? Winwar Linux dos sem vós
Voz!
Esperando uma parada obrigatória
dessas que (não) surgem na vida.

Se ponha de mais um líder, Anjo da Matrix!
de organizador,
de demandador
e desmantelador
de si e dos outros.

não dê bobeira,
Anjo...
Isso aqui é céu e inferno!
E eu vou embora daqui...

Nós nunca seremos os mesmos.
nem esse tempo,
o mesmo.
Seremos velhos novos amigos sempre
onde quer que estejamos,
já deu pra notar.

Mas esse agora,
esse já,
nunca mais!
E é pra ontem,
percebe?

Se eu entendi,
esses seriam
os tempos de presente imediato?

Sim!
Esse é o nosso tempo
o nosso tempo que mal chegou
e já vai embora...
Assim funciona a globarbarização
e o pós-tudo
se vc entender e praticar isso agora,
valeu seu curso (des)construtor!
Essa bela (in)disciplina...

É fazer do presenteísmo imediato
o nosso pós-tempo?!
Fazer valer o agora,
aproveitar,
fazer algo produtivo
pra não perder o tempo.
Se perder no tempo...

Quando vc diz que é uma desconstrutora,
vc nao ta brincando hahahahaha

E, foi graças à você
e à sua performance
que eu já não sou mais o mesmo
que entrou naquela sala,
naquele lugar,
ali
em algum fevereiro.

Ah, quem me dera saber fazer poesias aeaeiuuaeaeu
já fez!! quer ver? Aguarde.
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Salvar Como?

Operação (Des)Construtora (Im)Permanente.doc

Déda disse...

... E seu medo me lembrou os meus que espanto com uma história do Sandman, Fábulas e Reflexões (acho que é o volume seis?), que eu amo, e que se chama "Medo de Cair". O personagem principal tem medo de fracassar e tem medo de altura. Aí ele encontra com o Senhor dos Sonhos num sonho/pesadelo em que eles conversam no alto de um pico que ele escalou a unha! O cara cai lá de cima e, ao invés de morrer ou acordar, ele voa! Depois, cria coragem de meter as caras no que tinha resolvido desistir de fazer por medo de fracassar... E termina a história dizendo assim: "Às vezes, você acorda. Às vezes, morre na queda. E às vezes, quando cai, você voa." Que final/começo feliz, heim?! :)

Déda disse...

Ah! A frase final final mesmo é o cara que caiu e voou no sonho/pesadelo falando pra equipe de trabalho dele: "Certo, pessoal! Quero todo mundo lá em cima!" ahahhahahha