terça-feira, 17 de julho de 2012
Agora no agora
Agora já não tenho sono
Agora já não tenho fome
Pra fingir ser poeta, me abandono
Já prefiro não ter nome
O minuto passa
O relogio come
Um olho é sono
O outro neurose
Um lado é derrame
O outro é cópia
A letra é fala
O peito é aperto
Que bate para o corpo
E quando ve o que envolve
Cai implorando "por todo sangue
que pulsei, devolve."
sexta-feira, 29 de junho de 2012
domingo, 10 de junho de 2012
segunda-feira, 28 de maio de 2012
OvO
Pai e mãe não conta por vergonha,
De onde vem o nenêm.
É mais fácil contar;
Que não é do vai e vem.
E sim, de qualquer forma que se ponha
Um ovo da cegonha.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
V
a
Z
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
oooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo
Os outros são sempre tão vazios.
Mas só digo isso quando estou cheio...
Cheio de vazio.
Z
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
oooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo
Os outros são sempre tão vazios.
Mas só digo isso quando estou cheio...
Cheio de vazio.
Assinar:
Postagens (Atom)