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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Mefistófeles que não seduz pela manhã
E após soldado do dia
É de noite D'Artagnan

Inocente como universal criança
Pensava, sorria e holístico sentia
Breve vida e com breviário em mãos
Fazendo nova poesia

Cabe um manifesto,
Da verdade que comove.
Doce e grosseria eu infesto
E se possível putaria
Volta o manifesto
Da névoa e da neblina
Manifestam-se crianças
Buscando uma nova rima

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Fazer assim poesia
Não deixa espaço pra ecologia
Parece blá blá blá sem fim
Onde só posso falar de mim
Tropego andava
Mas sobre a rua
Corpo a corpo
Tudo se tocava
A vida é assim
Dói, escarra, cospe e esmaga.
Mas mesmo assim,
É um prazer vive-la,
Até o fim
Hoje em dia,
Poesia ideal de fazer
É muito pra pensar
E pouco tempo pra dizer
Bukowski fazia
Chinaski dizia
Máscara por máscara
A vida se fazia





Andava embriado.
Chegando em casa
Convite aceitado.
Noite fria e noite quente,
Volúpia lado a lado.