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sábado, 12 de novembro de 2011

Queria que contasse
Pobre cão
Pois tu choras e sofre.
Quando,
Dizem que não pode sentir solidão.
Teu grito estridente,
                           dente,
                                   dente.
Enche-me de compaixão,
Irritação que me surpreende.
Morde, rasga e escarnece,
Quando de ansiedade você adoece

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Poema banalizado

Passo a passo
Eu passo
No meio do espaço
Passo a passo
Eu passo
Tendo um espasmo

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Morrer
E voltar
Só para saber,
Só para ver
Qual Deus
Iria me receber
Sorria, ouvia e lambia.
No momento,
E o mundo todo,
Poética orgia.
Assim o maldito globo
Gozava e fazia

Tentei de tudo
Ser estudioso ou atleta
No fim e para tristeza da família
No limite virei poeta

E olha que nem isso hein
HAHAHAHA

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Mefistófeles que não seduz pela manhã
E após soldado do dia
É de noite D'Artagnan

Inocente como universal criança
Pensava, sorria e holístico sentia
Breve vida e com breviário em mãos
Fazendo nova poesia

Cabe um manifesto,
Da verdade que comove.
Doce e grosseria eu infesto
E se possível putaria
Volta o manifesto
Da névoa e da neblina
Manifestam-se crianças
Buscando uma nova rima